Calculadora de Queda de Tensão e Bitola de Cabo

Calcule a queda de tensão em cabo de cobre ou alumínio — monofásico, trifásico ou CC — e obtenha a bitola recomendada.

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Calcula apenas a queda de tensão; a ampacidade, o método de instalação e a coordenação com o disjuntor devem ser verificados separadamente. Siga a norma elétrica local e conte com um eletricista habilitado para as instalações.

A matemática da queda de tensão

Circuitos monofásicos e CC caem ΔU = 2·ρ·L·I ÷ S (a corrente percorre ida e volta); o trifásico cai ΔU = √3·ρ·L·I ÷ S, com resistividade ρ ≈ 0,0175 Ω·mm²/m para cobre e 0,028 para alumínio. Na prática, mantém-se a queda abaixo de 3% na maioria dos circuitos (teto absoluto de 5% em alimentadores) — acima disso, motores superaquecem e LEDs piscam. A ferramenta mostra a queda em volts e porcentagem, sinaliza o status e sugere a menor bitola padrão que fica abaixo de 3%.

A queda de tensão é só metade da história: a ampacidade (capacidade de condução conforme o método de instalação) e a coordenação com o disjuntor também condicionam a escolha — confirme junto à norma elétrica local ou com um eletricista.

Perguntas Frequentes

Qual é uma queda de tensão aceitável?

Prática comum: até 3% em circuitos terminais e 5% no total da fonte até a carga. Eletrônicos sensíveis e trechos longos de motores merecem margens mais rígidas.

Por que o trifásico cai menos que o monofásico para a mesma carga?

O fator é √3 ≈ 1,73 em vez de 2, e a mesma potência circula com tensão mais alta e corrente menor — os dois reduzem a queda, por isso trechos longos são puxados em trifásico.

Cobre ou alumínio?

O alumínio tem ~60% mais resistividade, então precisa de cerca de 1,6 vez a bitola para a mesma queda — mas é mais leve e barato, por isso as concessionárias adoram usá-lo em alimentadores. As conexões exigem terminais próprios para alumínio.

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